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Terça - 12 de Dezembro de 2017
Palpiteiro
PALPITEIRO
Escrito por Administrator   
Sex, 13 de Agosto de 2010 15:28
 

 

FOLCLORE
Maracujá em campo é certeza de histórias folclóricas. Sábado passado não foi diferente. 25 ‘atletas’ foram até Mombuca representar as cores amarela e preta contra o time do Amaral FC, o que obrigou a equipe a jogar com times totalmente diferentes em cada tempo de jogo.

INJUSTIÇA
O time saiu perdendo por 1 a 0, em um lance em que o goleiro Caçapa foi injustamente apelidado de ‘mão-de-alface’. No segundo tempo, entre os atletas que entrariam em campo estava a figura de Leiteiro. Ratinho, designado por Aristides para atuar como treinador, colocou-o no ataque.

PESO MORTO
“Coloquei ele lá na frente. É um peso morto”, teria dito Ratinho a interlocutores que o questionaram sobre em qual posição havia escalado Leiteiro. Ratinho recorreu àquela velha tática do ponta esquerda. Eis que o ‘inesperado’, titular absoluto do Maracujá, apareceu novamente.

PRIMOROSO
Em um lance fortuito no início da etapa complementar. Este que vos escreve encontrava-se perambulando pela meia canja, quando em uma bola espirrada, deu um chutão pra frente. Foi um lindo chutão de três dedos, é bom que se ressalte.

A GENTE NUNCA ESQUECE
Eis que esse chutão fez uma parábola por trás da zaga e colocou Leiteiro, que irrompeu com a velocidade de um ponta de lança africano, na cara do gol. Com a sobriedade dos grandes artilheiros, Leiteiro tocou na saída do goleiro para empatar o jogo. Foi o primeiro gol da vida, repito da vida, desse sujeito que se aproxima dos 40 anos.  

BAILARINO
E o Maracujá, que completa 20 anos em dezembro, não vive só de folclore. O time também tem títulos no currículo, sobretudo no futsal. Essas passagens foram lembradas no jogo de sábado, quando o nome do astro do time, Márcio Zanardo, o Lingüiça, foi diversas vezes citados. Lingüiça tinha um estilo de futebol bailarino, que encantaria Emerson Leão.   

SEM SORTE
No caso da fase do Palmeiras, o que assusta é a falta de estrela, coisa que Felipão sempre teve. Todo mundo ficou chiando depois do empate contra o Goiás. Uma análise simplista, porque se não fosse aquele gol aos 45 do segundo tempo, a forma de ver a campanha de Felipão mudaria radicalmente.

OUTRO ÂNGULO
O raciocínio de que o time não vence há quatro jogos seria o seguinte: Felipão está invicto há quatro jogos e colocou o time a um ponto da zona de classificação à Taça Libertadores. Como empatou, tome-lhe pancadas.

FOI BEM
Mas empatar em Goiás não é fácil. Acho que o Palmeiras perdeu os últimos três ou quatro jogos em Brasileirões lá em Goiânia. Do mais, o time também jogou bem mais que o Corinthians em um clássico, em que o Timão era favorito, porque tem um time formado e que briga pela liderança.

LAMENTÁVEL
O que é lamentável mesmo, no caso do Palmeiras, são os 2 a 0 lá na Bahia. Mais uma vez o que preocupa não é o resultado, mas a falta de estrela ao levar o segundo gol no finzinho. Na verdade o azar já começa em pegar o vice-campeão da Copa do Brasil, em um jogo em que o time não contava com Kléber, nem Lincon, nem Valdivia.

DO CONTRA
É o que assusta nesse Palmeiras em que na teoria se faz tudo certo e na prática dá tudo errado.  

VOU BEM
Se no ano passado errei tudo naquele Brasileiro cheio de surpresas, este ano meus palpites estão afiados. Quem lê a coluna é testemunha de que projetei o Santos campeão da Copa do Brasil e do Paulista.

FAVORITO
Disse também no início do Brasileirão que Zenon se enganava em relação ao Fluminense, time que ele considerava que iria brigar por vaga na sul-americana. Apontei e continuo apontando o Flu como um dos favoritos no Brasileirão.   

IMPREVISÍVEL
O problema do Brasileiro é que não se pode prever muita coisa até o Santos definir o time para o segundo semestre e o Inter revelar como vai ser a ressaca da Libertadores. O próprio Palmeiras poderia chegar se desse tudo certo com as contratações. Mas se é Palmeiras...


O Palmeiras atual deveria ser o time preferido de todo bom cristão, aliás. É preciso muita fé de que no futuro alcançaremos o Paraíso. Porque o presente parece um carma, uma provação.

ASSIM NÃO DÁ
O Corinthians, do jeito que está atualmente, não tira o título do Flu. A não ser que contrate alguém para o ataque. O São Paulo também tem um elenco forte, mas é preciso ver o que vai restar depois do trauma da Libertadores. Fora esses citados, será uma grande zebra se alguém chega ao título.    

 

 

 
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