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Segunda - 11 de Dezembro de 2017
Palpiteiro
PALPITEIRO
Escrito por Administrator   
Sáb, 09 de Outubro de 2010 17:52

 

VER PRA CRER
Luxemburgo poderia muito bem voltar a viver seus bons tempos, pelo bem do futebol. Mas seguramente não é essa vitória sobre o Atlético Goianiense que serve como parâmetro para fazer crer que isso vai ocorrer. Luxa, ainda que queira negar, é um técnico em decadência. Quem sabe o Flamengo não faz bem a ele. Mas nessa sou igual a São Tomé.

FRACO
Principalmente porque o elenco do Fla é muito inferior aos grandes esquadrões comandados por Luxa. Inclusive inferior ao próprio Atlético Mineiro, de onde ele acabou de sair deixando o time na zona de degola.

APOSTA
O Atlético Mineiro venceu duas seguidas e deve mesmo escapar. O time que ganhou do Corinthians estava ainda bem aquém do que vi perder para o Grêmio em casa, na estréia do Dorival Júnior. Naquela derrota, por incrível que possa parecer, o time jogou melhor.

DESFALQUES
Contra o Corinthians não jogaram Daniel Carvalho e Tardelli, ambos contundidos. Daniel deve voltar para o jogo de domingo contra o Inter, em Porto Alegre. Mesmo em caso de derrota continuo apostando no Galo.    

DE ARREPIAR
Uma das coisas mais lindas que já ouvi em estádio foi a torcida do Atlético cantando o hino do Galo no Mineirão. Acredito que seja o hino mais bonito de ser cantado por uma torcida. Ainda mais com o eco do antigo Mineirão. Vamos ver como vai ficar no Mineirão moderno.

FAVORÁVEL
A derrota de quinta-feira obviamente foi ruim ao Corinthians, mas, analisando as próximas duas rodadas, o cenário continua favorável ao Timão. Isso porque a equipe encara o Atlético Goianiense em casa e não deve ter dificuldade para somar mais três pontos. Por outro lado, Fluminense e Cruzeiro se pegam no Mineirão.

NA PONTA
Na rodada seguinte, o Corinthians pega o Guarani em Campinas e também tem boas chances de fazer mais três pontos. Já o Fluminense tem outro clássico contra o Botafogo e o Cruzeiro pega o embalado Grêmio no Olímpico. Ou seja, daqui a duas rodadas o Timão tem tudo para estar na ponta novamente.

NÃO ENCANTA
Em relação ao Cruzeiro, vi os dois últimos jogos (empate por 0 a 0 com o Atlético-PR em casa e vitória por 1 a 0 sobre o Goiás fora). O time não me animou, não. Pode até ser que leve, uma vez que nenhum time tem mostrado consistência, mas que o time tem séria limitações, tem.

PODER DE FOGO
Principalmente no ataque, o Cruzeiro se mostra frágil. O tal de Montillo não jogou nada nesses últimos jogos. Thiago Ribeiro continua perdedor de gols. Farias no outro jogo não teve muitas oportunidades, se machucou e ficou fora contra o Goiás. Lá no Serra Dourada jogou Robert, que continua o mesmo.   

CARPEGIANI
Há gente que defende o estilo Paulo César Carpegiani. Victor Birner, um dos mais notórios são-paulinos da crônica esportiva paulistana é fã do estilo Carpegiani e detestava Muricy nos tempos de São Paulo. Birner acompanhou de perto o trabalho de Carpegiani na primeira passagem dele pelo Tricolor e defende que poucos entendem de tática quanto ele.

COMO ASSIM?
Tive oportunidade de conhecer Birner pessoalmente. Ele me contou que certa vez entrou em campo para entrevistar o Rogério Ceni e chegou perguntando: “e aí Rogério, vamos ganhar hoje”. O corintiano Juca Kfouri comentava o jogo da cabine e estranhou o “vamos”.

UNHAS E DENTES
Uma vez estava no estúdio da rádio CBN, onde Birner apresentava um bloco em programa comandado pelo corintiano e meu amigo Rodrigo Simon. Era o início e o auge das discussões da parceria entre MSI e Corinthians. Fora do ar Simon defendia com unhas e dentes a parceria.

DANE-SE A MORAL
“Não quero saber se o dinheiro é sujo, se vem da máfia russa, o importante é o Timão ganhar”, disse o jornalista, deixando de lado qualquer tipo de discurso moralista. Os dois foram pro ar e Birner fez um discurso criticando duramente a parceria.

SAIA-JUSTA
Para sacanear, Birner perguntou a Simon ao vivo o que ele achava da parceria. O homem gaguejou, engoliu seco e disse: “não conheço todos os detalhes, mas do jeito que você está falando a princípio sou contra”. O estúdio inteiro caiu na gargalhada.     

PÉ-FRIO?
E o Belluzzo? Ou era muito pé-frio, ou tinha algum fator que desestabilizava o grupo, ou o time realmente começou a se acertar em campo. E se havia um hipotético fator desestabilizador, o nome dele é Gilberto Cipullo. Há tempos a panela de pressão ferve no Palestra Itália pela saída de Cipullo. Talvez tenha sido a isso, ao afastamento de Cipullo, que Palaia se referiu quando disse que iria pacificar o clube.

ATÉ A ARENA
Pode tudo não passar de uma coincidência, mas foi o Palaia assumir e o time engatou quatro vitórias e um empate em cinco jogos. Até a licença para o início das obras da Arena Palestra Itália saiu. O risco agora é acreditar que Palaia é a solução.

 

 
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