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Escrito por André Rossi   
Qui, 15 de Novembro de 2012 15:32
VILMAR SILVANO

Amor pela família motivava Vilmar

Viajar e aproveitar a vida com a esposa era a grande paixão dele, que se formou em Direito junto com ela


Bem humorado e apaixonado por sua esposa e filhos, Vilmar Silvano nasceu no dia 10 de julho de 1951 na cidade de Limeira-SP. Filho de Antônio Silvano e Isaura Módulo Silvano, ele cresceu na cidade de Piracicaba ao lado de seus três irmãos. 

Vilmar começou a trabalhar cedo. Aos 11 anos, construía vassouras de piaçava para vender. Quando completou 16 anos, foi trabalhar no escritório de contabilidade de seu irmão Valdomiro, onde atuou por 10 anos. 

Na adolescência, Vilmar conheceu Mirian Fátima de Lima enquanto brincava com seus amigos em um ônibus abandonado que ficava próximo do estádio do XV de Piracicaba, clube no qual ele chegou a jogar futebol no time juvenil. Em uma festa de garagem, Vilmar tomou a iniciativa e beijou Mirian. O problema é que ela tinha um namorado na época, porém Vilmar não desistiu e continuou paquerando Mirian, indo até sua casa e jogando pedrinhas em sua janela para que ela saísse conversar. Os dois começaram a namorar e se casaram no dia 20 de dezembro de 1975.

Mirian vinha fazendo tratamento para engravidar desde a época que os dois namoravam, já que ela havia sido diagnosticada anteriormente com problemas para engravidar. O tratamento fez efeito pouco tempo antes de eles casarem e o casal conseguiu ter três filhos: Isangela, Filemon e Vilmar Jr. 

Depois de trabalhar no escritório de contabilidade de seu irmão, Vilmar começou a trabalhar em um escritório de RH de Piracicaba e, pouco depois, foi para o departamento de recursos humanos da Caterpillar. Nesse período, sua esposa Mirian enviou o currículo dele para a empresa Nechar, de Rio das Pedras, por acreditar que o esposo não recebia aquilo que merecia. Nechar ofereceu um salário maior a Vilmar, porém a Caterpillar igualou a proposta para poder contar com os serviços dele. Entretanto, a empresa rio-pedrense novamente aumentou a proposta e Vilmar aceitou vir trabalhar para eles. Com isso, em 1984, ele e sua família se mudaram para Rio das Pedras. Vilmar trabalhou na Nechar por 12 anos.

Por não terem tido oportunidade de terminar seus estudos quando jovens, Vilmar e Miriam decidiram fazer supletivo para poder cursar uma faculdade. O casal então se formou e começaram a cursar juntos Direito na Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba). Eles se formaram em 1992 e foram homenageados pelos colegas, já que por eles serem os mais velhos eram considerados o “paizão” e a “mãezona” da classe. 

Depois de formado, Vilmar prestou concurso público para promotoria e passou. Em 2005, ele se aposentou por invalidez em virtude da perda da visão de um olho provocada por um tumor. 


“Meus pais eram muito apaixonados. Viajavam juntos e faziam tudo juntos. Nunca vi eles brigarem em toda a minha vida. Era algo muito lindo”, diz a filha Isangela de Lima Silvano. 

Vilmar participou por cerca de cinco anos da Comissão Municipal de Esportes de Rio das Pedras, ajudando na organização de eventos esportivos, como jogos de vôlei, futebol, entre outros. Ele também adorava comer bem, viajar com sua esposa e fazer compras no supermercado. 

Em julho de 2010, a esposa de Vilmar faleceu depois de passar quatro anos de cama em função de uma meningite.  Ela desenvolveu a doença depois de sofrer um AVC (Acidente Vascular Cerebral) durante uma cirurgia para retirar um tumor na hipófise. “Os médicos não quiseram receitar antibióticos depois que deram alta para ela, dizendo que não precisava. Nós insistimos, mas eles não deram. Foi por causa disso que ela teve meningite”, explica a filha Isangela. 

Depois da morte de sua esposa, Vilmar foi ficando mais fraco e a hepatite B que ele tinha começou a incomodar mais; ele já fazia tratamento há 15 anos. No dia oito de outubro, ele começou a sentir mal e foi internado no hospital da Unimed em Piracicaba. Vilmar sofreu uma cirrose hepática, o que fez com que seu rim e fígado parassem de funcionar. Ele não resistiu e faleceu aos 61 anos de idade. 


MENSAGEM DA FAMÍLIA

“Obrigado por você ter sido esse pai maravilhoso, homem de exemplo, companheiro, esposo fiel e por nos amar da maneira que nos amou. O que fica agora são os frutos do amor seu e da mãe, seguindo os exemplos que você deixou” – Mensagem dos filhos Isangela, Filemon e Vilmar Jr. 
 
 
 
 
 
MARIA APARECIDA RUFINO  
 
Maria adorava se reunir e comemorar com a família

 

Atenciosa com a família e talentosa na cozinha, Maria Aparecida Rufino nasceu no dia 16 de outubro de 1941, na cidade de Itapira – SP. Filha dos finados Napolino Rufino e Francisca de Toledo, ela cresceu ao lado de seus dois irmãos e três irmãos.

A família de Maria se mudou para a Fazenda do Viegas em Rio das Pedras quando ela já era adolescente. Maria trabalhou na roça e depois também atuou como faxineira.

Maria se casou com Marcílio Aparecido Soave. O casal teve sete filhos: Evanilde, Sônia, Vera, Evaldir, Vanderlei, Vanderci, Valter e Andreza.

Em 1971, Maria e a sua família saíram da fazenda e passaram a morar na cidade.

“Minha mãe gostava muito de cozinhar e reunir a família. O que mais dava prazer para ela era ver toda a família reunida no fim de ano”, conta a filha Sônia Maria Soares Ascari.

Maria também era muito religiosa e todo sábado frequentava a Congregação Cristã. Também adorava assistir televisão e conversar com os vizinhos.  

No dia dois de setembro, Maria foi internada no hospital São Vicente de Paulo com uma bronco pneumonia. Ela foi transferida para o hospital da Unimed, em Piracicaba, e ficou mais de um mês em observação. No dia 25 de outubro, ela não resistiu e faleceu aos 71 anos de idade.

MENSAGEM DA FAMÍLIA

“Eternas são as lembranças que o coração aflora, iluminando a saudade daquela que foi embora. Deixando marcas de amor, cicatrizando no peito a fé vai curando a dor daquilo que não tem jeito. Leva-me a acreditar que no dia que eu partir eu vou reencontrar aquela que amei aqui”. 
 
 
 
Sra. Maria Pereira da Silva

Faleceu no dia 4 de novembro, na cidade de Piracicaba, aos 77 anos de idade. Era viuva do Sr. Manoel Pereira da Silva. Era filha do Sr. Virgulino Ramos Pereira e da Sra. Senhorinha da silva Pereira, ambos falecidos. Deixou os filhos: Nelson Pereira da Silva casado com Valdelene dos Santos Silva, Akel Pereira da Silva e Jose Pereira de Jesus casado com Dalva da Silva. Deixou também netos e bisnetos.

Seu sepultamento foi realizado no dia 5 de novembro, tendo saído o féretro às 9h do Velório Municipal, para o Cemitério Parque da Paz de Rio das Pedras em jazigo da família.


Sr. Roberto Luis Cypriani

Faleceu no dia 5 de novembro, na cidade de Rio das Pedras – SP, aos 53 anos. Solteiro, filho do Sr. José Cypriani e da Sra. Éden Maria Merloto Cypriani, já falecida. Deixa irmãos, cunhados, demais parentes e amigos.

Seu sepultamento foi realizado no dia 5 de novembro, tendo saído o féretro às 17h do Velório Municipal, para o Cemitério Municipal de Rio das Pedras em jazigo da família.


Sra. Luiza de Felice Gransiol

Faleceu no dia oito de novembro, na cidade de Rio das Pedras, aos 88 anos de idade. Era casada com o Sr. Augusto Gransiol. Era filha do Sr. Jose de Felice e da Sra. Domenica Patela, ambos falecidos. Deixou os filhos: Maria Gransiol casada com Laerte Giovanini, Pedro Antonio Gransiol casado com Marli Gransiol, Madalena Ines Gransiol casada comLuis Antonio e Elizabete de Fatima casada com Geraldo Rodrigues. Deixou também netos e bisnetos.

Seu sepultamento foi realizado no dia oito de novembro, tendo saído o féretro às 17h do Velório Municipal, para o Cemitério Municipal de Rio das Pedras em jazigo da família

 
 
 
 

 
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