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Dicas de Entretenimento da semana
Entretenimento
Escrito por André Rossi   
Qui, 15 de Novembro de 2012 16:27
Final da Saga Crepúsculo só agrada aos fãs
 
 
 
É sempre complicado falar de obras que mechem com o lado emocional das pessoas. Óbvio que isso acontece na grande maioria dos filmes, mas no caso da Saga Crepúsculo a situação é um pouco mais complicada.

O que cabe falar sobre o último filme da franquia, “A Saga Crepúsculo: Amanhecer – Parte II”, que estreou na última quinta-feira (15/11) é que visualmente a obra é competente. A direção de arte é muito bem executada, a fotografia tem momentos sublimes e a trilha sonora é excelente (uma marca registrada da franquia, diga-se de passagem).

Porém, o filme não conta com um grande elenco para tirar a atenção do que mais importa: o roteiro. Enquanto trama, a obra é muito fraca. Trata-se apenas derradeiro final da história de uma garota que, sem ter nada de especial, se tornou o mundo para um vampiro e para um lobisomem. O único acréscimo à trama é a filha de Bella e Edward, Renesmee, cuja existência colocará a família de vampiros Cullen e a tribo de lobisomens Quileute em uma batalha contra a “realeza” do mundo vampírico. Resumindo: tem que amar a série para aguentar isso.

Na trama, depois de dar a luz a Renesmee (Mackenzie Foy), Bella Swan (Kristen Stewart) desperta já vampira. Ela agora precisa aprender a lidar com seus novos poderes, assim como absorver a ideia de que Jake (Taylor Lautner), seu melhor amigo, teve um imprinting com a filha. Devido ao elo existente entre eles, Jake passa a acompanhar com bastante atenção o rápido desenvolvimento de Renesmee, o que faz com que se aproxime cada vez mais dos Cullen. Paralelamente, Aro (Michael Sheen) é informado por Irina (Maggie Grace) da existência de Renesmee e de seus raros poderes. Acreditando que ela seja uma ameaça em potencial para o futuro dos Volturi, ele passa a elaborar um plano para atacar os Cullen e eliminar a garota de uma vez por todas.


Imortais: o fetichismo bem usado
 
 
 
A crítica, de forma geral, odiou o filme “Imortais” (2011). Comparações com “300” e “Fúria de Titãs” foram inevitáveis e a produção foi rapidamente rotulada como genérica. Entretanto, a obra tem seus méritos. Ela empresta vários elementos da mitologia grega, mas toma a liberdade de criar seu próprio universo, o que faz com que o espectador não “adivinhe” o que vai acontecer, como ocorrido com “Fúria de Titãs”. 

A estética “pastelada” é muito bem executada; existe um “peso” enorme na tela quando os deuses aparecem, evidenciando a superioridade deles perante os humanos. O único ponto negativo é ter um universo muito rico para apresentar em pouco tempo, fazendo com que o ritmo da obra se assemelhe com uma série de tv. Entretanto, o “fetichismo” em relação aos deuses, humanos e semi-deuses é o grande trunfo da obra: as diferenças e motivações justificam a história.

Na trama, o rei Hiperion está em busca do arco de Épiro, uma poderosa arma que pode liberar os Titãs. Theseus vive tranquilamente em uma pequena vila encravada na montanha, ao lado da mãe e de um senhor que é seu tutor desde quando era criança. Quando as tropas de Hiperion chegam à vila elas matam a mãe de Theseus e o capturam. No cativeiro ele está entregue à morte, mas recebe apoio de Phaedra uma vidente que também está presa e teve uma visão em que Theseus empunha o cobiçado arco de Épiro.



Marvel Vs Capcom Origins: relançamento preguiçoso
 
 
 
Já virou moda relançar jogos antigos para as plataformas atuais. Existem bom exemplos disso, como “Tony Hawk’s Pro Skater HD” e “Resident Evil 4”. Entretanto, o que foi feito em “Marvel Vs Capcom Origins”, lançado no dia 25 de setembro para PS3 e Xbox 360, é bem decepcionante. 

O relançamento reúne os jogos “Marvel Super Heroes” e “Marvel vs Capcom: Clash of Super Heroes”, ambos da década de 1990. Entretanto, os gráficos não foram remasterizados em HD e nem foram aprimordos. Tanto que a tela da tv é transformada em uma mesa de fliperama com uma tela menor onde ocorre a luta. Quando o modo tela cheia é habilitado para a luta, chega a doer os olhos em ver como o game está datado.

Apesar de terem sido acrescentados o modo online e algumas conquistas para desbloquear, o relançamento serve apenas para nostalgia de quem jogou os originais e não deve despertar a atenção de quem não é muito chegado a franquia.  


 
Steam chega de vez no Brasil
 
 
 
O mercado de games brasileiro deu mais uma prova de sua força. A loja online e plataforma de games para PC “Steam” finalmente começou a vender os jogos em reais. Antes, só era possível comprar em dólar com cartão internacional. Agora, cartões nacionais e até boleto bancário podem ser usados.

Uma das grandes vantagens do Steam é a variedade de bons jogos com preços baixos. Os grandes lançamentos do ano, como “Call of Duty: Black Ops 2” por exemplo, também podem ser adquiridos com preços mais em conta.

Para conferir como funciona o sistema, acesse http://store.steampowered.com. 


Dica

O Sesc Piracicaba promove nesse domingo (18/11) o Som de Domingo com a banda The Jazz Brothers.

Criada em 2002, a banda é inspirada nas street bands, que são bandas instrumentais que se apresentavam andando pelas ruas de New Orleans. The Jazz Brothers se caracteriza por fazer um show performático com destaque para o Washboard e o Banjo.

O show é grátis e começa às 16h na Comedoria do Sesc, que fica na rua Ipiranga, 155, no centro. O telefone para mais informações é o (19) 3437-9292.
 
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